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“A HISTÓRIA QUE A HISTÓRIA NÃO CONTA”* : A PARTICIPAÇÃO POPULAR NA PRIMEIRA REPÚBLICA


 

LEPH - Revista Me Conta Essa História Jun. 2020 Ano I Nº 006 ISSN - 2675-3340 UFJ.

 

Por


NUNES, Duarte Douglas.[1]

NOVAES, Barbosa Lorrana.[2]

MAIA, Rodrigues Milena.[3]

ALMEIDA, Alves Natália.[4]

ALECRIM, Alves Souza Vitor.[5]

[1] Graduando em História pela Universidade Federal de Goiás, Regional Jataí (UFG/REJ), Jataí, Estado de Goiás. douglasduarteufj@gmail.com [2] Graduanda em História pela Universidade Federal de Goiás, Regional Jataí (UFG/REJ), Jataí, Estado de Goiás. lorranabnovaes@hotmail.com [3] Graduanda em História pela Universidade Federal de Goiás, Regional Jataí (UFG/REJ), Jataí, Estado de Goiás. milena.maia3423@gmail.com [4] Graduanda em História pela Universidade Federal de Goiás, Regional Jataí (UFG/REJ), Jataí, Estado de Goiás. natyalves928@gmail.com [5] Graduanda em História pela Universidade Federal de Goiás, Regional Jataí (UFG/REJ), Jataí, Estado de Goiás. vitordealecrim1@gmail.com


[*] Referência ao trecho do samba enredo “História pra ninar gente grande” da Escola Primeira de Mangueira, no ano de 2019.

 

RESUMO


O objetivo desse artigo é analisar os silêncios e omissões sobre a participação popular na primeira república, visto que na proclamação da República essa participação não houve, no entanto durante o período de 1889-1930 houve sim levante populares. A principal preocupação da Primeira República Brasileira era a criação de uma identidade nacional, para que fosse possível a construção da nação brasileira, nesse processe tivemos silêncios e omissões das parcelas da população que não participaram desse ideário de nação, como a população negra, indígena e pobre. A partir disso analisaremos como essas participações são omitidas do ensino de história, no qual a partir dos conceitos de simbologia, memória e identidade iremos propor pela pedagogia engajada a importância da inserção desses agentes históricos no ensino de história, para formação de identidades.

 

INTRODUÇÃO: AS NEGAÇÕES DA PARTICIPAÇÃO POPULAR NA PRIMEIRA REPÚBLICA


A Primeira República corresponde ao período de 1889-1930, chamada de República Oligárquica, ela não produziu grandes rupturas no que diz respeito a questões sociais, políticas e econômicas, pelo contrário, a desigualdade social e relações de violência permaneceram. Um ano antes da proclamação da república ocorreu a abolição da escravidão, mas a população recém-saída da escravidão não foi incluída no projeto de nação do regime republicano, muito pelo contrário, foi constantemente excluída. José Murilo de Carvalho em A Formação das Almas argumenta que foram criados símbolos para que fosse possível a construção de uma identidade nacional que englobasse toda a população brasileira.


Nesse ponto temos que a partir dessa criação de uma identidade nacional, as outras identidades são excluídas e as memórias silenciadas, principalmente no ensino de história. É nossa intenção, a partir da pedagogia decolonial e sua proposta, analisar como essas histórias podem ser resgatadas.


José Murilo de Carvalho, em a Formação das Almas analisa disputas de representações que estiveram presentes na primeira República. De acordo com sua tese, estiveram houveram disputas de memórias entre os principais personagens da proclamação da república. Além disso esteve presente qual ideologia deveria ser usada para a construção da nação brasileira, além de qual personagem seria usado para representar o Brasil. Foram construídas várias representações, sendo que o uso da alegoria feminina foi a mais recorrente. A principal preocupação da Primeira República foi criar uma identidade nacional, e a figura usada foi o Tiradentes, que foi instroduzido no imaginário da população como caracterização da República. Ele conseguiu representar todas as ideologias, pois suas representações, de revolucionário, Jesus, militar, conseguia atender às narrativas dominantes naquele cenário. De acordo também com sua tese, o projeto republicano não conseguiu resolver os problemas deixados pelo Império, como a desigualdade social, muito pelo contrário ela foi acentuada.


A partir dos conceitos de identidade nacional, semióforo e memória, pretendemos analisar sucintamente como eles estiveram presentes nas disputas de espaço na Proclamação da República.


FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA


Para definirmos Identidade Cultural e Identidade Nacional iremos recorrer ao pensador Stuart Hall, que define o conceito de Identidade Cultural como “[...] aqueles aspectos de nossas identidades que surgem do nosso “pertencimento” a culturas étnicas, raciais, linguísticas, religiosas e, acima de tudo, nacionais.” (HALL, 2006, p. 8)


Ao se pensar Identidade Nacional, Hall traz em sua obra, que tal conceito é uma construção de representações, que busca ser unificadora e geral, ou seja, a Identidade Nacional acaba por desprezar as diferenças presentes em uma mesma nação, se pensando o Brasil, é perceptível a complexa composição populacional formadora do que chamamos de população brasileira, há uma presença de negros, indígenas, brancos, mulatos e mestiços. Além do aspecto unificar e geral, a Identidade Nacional busca definir padrões, símbolos, uma língua, modos de agir e pensar, ou seja ela provoca uma homogeneização das diferenças para a formação de um todo, qual constrói sentidos, um discurso de nós mesmos, ou seja, a Identidade Nacional busca definir o que deve e o que é ser brasileiro. Hall aponta que não é possível uma identidade cultural nacional, primeiro por que a mesma não pode ser estanque, ela se transforma e muda com o tempo, outros aspectos que colaboram para a impossibilidade da mesma, é a existência de identidades locais e regionais, pensando o Brasil, há uma identidade nordestina, paulista, sulista que se diferenciam entre si, não podendo ser unificadas. Hall chamara o causador dessas diferenças de Hibridismo Cultural, trazendo para a realidade brasileira, tal Hibridismo é ainda maior e aparente, como enunciado nas linhas anteriores. Outro ponto apresentado por Hall nesta discussão de desconstrução da concepção de cultura e identidade nacional unificada, se dá por a maioria das nações terem sido unificadas após um processo de conquista violenta que exerceu uma hegemonia cultural sobre os colonizados, como o ocorrido no Brasil, onde os brancos colonizadores e com o poder, buscaram silenciar, demonizar, excluir indivíduos e grupos que não deviam pertencer a identidade nacional, ou seja, ser considerado brasileiro.


Nós, como indivíduos e também quando em conjunto na sociedade, atribuímos valores as coisas que nos rodeiam, concretos ou abstratos. Mas nesse campo, da imaginação, devemos nos atentar a diferentes conceitos. Cada indivíduo cria uma representação da realidade que vive, uma verdadeira ideia, essa levará em consideração suas características históricas. As ideias estão para abstrações de cada elemento real.

“O real é a interpretação que os homens atribuem à realidade. O real existe a partir das ideias, dos signos e dos símbolos que são atribuídos à realidade percebida [...] As ideias são representações mentais das coisas concretas e abstratas. Essas representações nem sempre são símbolos, pois como as imagens podem ser apenas sinais ou signos de referência, as representações aparecem referidas aos dados concretos da realidade percebida.” (LAPLANTINE & TRINDADE, 2000, p. 3).

Apesar de termos essas ideias ou imagens que nos acompanham no meio representacional, há um processo cultural e histórico mais amplo, que ultrapassa a reapresentação pelo sujeito. A simbolização é esse processo que de maneira simplória, acrescenta, agrega subjetivamente um ente.

“uma coisa que representa uma outra coisa: seu objeto. Ele só pode funcionar como signo se carregar esse poder de representar, substituir uma outra coisa diferente dele. Ora, o signo não é o objeto. Ele apenas está no lugar do objeto. Portanto, ele só pode representar esse objeto de um certo modo e numa certa capacidade. Por exemplo: a palavra casa, a pintura de uma casa, o desenho de uma casa, a fotografia de uma casa, o esboço de uma casa, um filme de uma casa, a planta baixa de uma casa, a maquete de uma casa, ou mesmo o seu olhar para uma casa, nem a ideia geral que temos de casa. Substituem-na, apenas, cada um deles de um certo modo que depende da natureza do próprio signo. A natureza de uma fotografia não é a mesma de uma planta baixa”. (SANTAELLA, 2003, p. 12 – grifos da autora)

A imagem se encontra num espaço representacional, apenas. o signo atribuímos cargas valorativas, e quando aplicados em âmbito social, ligados a fenômenos sociais, culturais e históricos, esses signos são chamados de semióforo. Quando seu conceito está ligado a símbolos ele está mais ligado a identificação social com entes de natureza concreta ou abstrata. Como esboçado por Chauí:

“Um signo trazido à frente ou empunhado para indicar algo que significa alguma outra coisa e cujo valor não é medido por sua materialidade e sim por sua força simbólica: uma simples pedra, se for o local onde um deus apareceu, ou um simples tecido de lã, se for o abrigo usado, um dia, por um herói, possuem um valor incalculável, não como pedra ou como pedaço de pano, mas com lugar sagrado ou relíquia heroica. Um semióforo é fecundo porque dele não cessam de brotar efeitos de significação” (CHAUÍ, 2005, p. 12).

O processo de simbolização muitas vezes vai além do método natural, como até aqui apresentado. Conhecido como simulacros, são produzidos com finalidades específicas nos meios de comunicação, estando assim mais ligados na produção de identificação. Essa atividade é apresentada no período republicano em sua busca por uma identidade nacional.


Outro expoente nesse ato é no meio, espaço geográfico. Aqui que todas essas significações são atreladas. Após o sentimento de identidade e pertencimento interagimos com ele, apropriando, ocupando, fazendo uso, passando do real para o imaginário, e alcançando as significâncias. Ao entender a história como um campo de disputa de memórias, podemos compreender como as memórias individuais da primeira república foram excluídas em favor de uma memória coletiva, que ajudaria a construir a nação. Ao analisar essas disputas de memórias, podemos observar que o apagamento de certas memórias se faz por meio da violência, para que essas memórias não se espalhem, pois a partir do momento que essas memórias saem da obscuridade, a população marginalizada reivindica necessidades que foram negadas, pois ela produz uma outra visão do passado. Durante a primeira república, a principal preocupação era criar uma identidade nacional que englobasse todos os setores da sociedade, entretanto como foi citado anteriormente, isso não foi possível, devido a multiplicidade de identidades culturais presentes no Brasil. Porém para se tentar chegar a tal ideia de identidade, a elite brasileira promoveu, por meio da violência e ocultamente, as lutas e as memórias das minorias existentes naqueles contextos sociais: os negros, os indígenas, as mulheres e os pobres. A memória coletiva tem o poder de criar um sentimento de pertencimento, ela pode ajudar a construir uma nação, entretanto

“Uma vez rompido o tabu, urna vez que as memórias subterrâneas conseguem invadir o espaço público, reivindicações múltiplas e dificilmente previsíveis se acoplam a essa disputa da memória, no caso, as reivindicações das diferentes nacionalidades” (POLLACK, 1989, p. 5)

Diante disso a partir do momento que essas memórias saem da obscuridade, elas fazem reinvindicações para compensar seu passado de silenciamento, no caso do Movimento Negro no Brasil, a partir do momento que suas memórias começaram a aparecer na esfera pública, suas reivindicações começaram a aparecer, sendo que a lei 10.639, para a inserção do ensino de História Afro – Brasileira e Africana na educação, foi uma conquista do Movimento Negro, e a partir disso outras identidades começaram a aparecer.


A PEDAGOGIA ENGAJADA E A INSERÇÃO DE AGENTES HISTÓRICOS


Fazendo uma crítica ao ensino de história presente no Brasil, decorrente do governo atual, temos um negacionismo histórico aos acontecimentos da história do país. Decorrente disso temos uma proposta para que o ensino volte a negar agentes históricos que participaram e participam da história do Brasil. Conforme esses agentes históricos continuam sendo negados, teremos um ensino de história que irá valorizar uma identidade nacional que despreza as múltiplas identidades presentes no espaço escolar, sobre isso Bell Hooks, em sua proposta sobre a pedagogia decolonial diz que ela é “[...] um modo fundamental de resistir a todas estratégias brancas de colonização racista.”(HOOKS, 2012, p. 10), entretanto em país que valoriza a educação bancaria, onde o ensino de história é baseado em uma prática decorativa, cujo objetivo é preparar os alunos para os exames de admissão do ensino médio, ele não esta preocupado em inserir no sistema educacional agentes históricos, que tem suas memória individuais violentadas por uma identidade nacional que deve ser superior às múltipla identidades culturais existentes, relembrando as considerações apresentadas acerca do Stuart Hall. Mas como inserir esses agentes históricos que foram ativos durante a primeira república, no ensino de história, de modo a criar nos alunos uma consciência crítica? Nesse momento nossa proposta é inserir na prática educacional a pedagogia engajada, na qual uma de seus pressupostos é fazer com que os alunos se sintam representados no conteúdo ministrado dentro de sala de aula, trazer para a sala de aula essa participação popular é uma forma de mostrar aos alunos que a história foi feita por personagens além daqueles que estão no livro didático.


O regime escravista que durou mais de 300 anos no Brasil, acabou por deixar marcas profundas naqueles que foram humilhados e torturados. Como o sociólogo Carlos Halsenbalg [1] nos diz, em sua obra Discriminação e Desigualdades raciais no Brasil:” Mais de trezentos anos de escravismo resultaram na concentração dos brasileiros não-brancos nas áreas mais atrasadas do país, e sua restrição a um status subordinado”. (HALSENBALG, 2005, p. 233.). Diante disso, após a abolição da escravidão os negros encontraram outras várias dificuldades para conseguirem seu lugar naquela sociedade que estava começando o projeto de construção do estado moderno: o racismo, a discriminação, o discurso de miscigenação, segregação geográfica, o mito da democracia racial e a política de branqueamento bloqueou os principais meios de ascensão social para aquele meio, aliado a isso, no projeto de construção de uma país forte e desenvolvido, tivemos que a população negra não fora inserido nesse projeto, sendo encarada como um empecilho para o desenvolvimento da nação, sobre isso Aparecido Felipe nos diz:

O projeto republicano de modernização do Brasil encontrou na população negra um entrave para a sua concretização. No final no século XIX, período em que se intensificaram as discussões sobre um Brasil desenvolvido nos padrões europeus e no pensamento dos ideólogos do projeto republicano, o grande número de negros e de negras ainda em situação de escravidão no território brasileiro impediria o desenvolvimento do país, não permitindo o avanço econômico. (FELIPE, 2015 p, 324.).

José Murilo de Carvalho apresenta que a situação da população negra no pós-abolição foi um problema para a construção da nação, pois não foram criados mecanismos de inclusão dessa população que acabará de sair do regime escravista. Essa percepção não aparece no ensino de história atual, de que essa população fora esquecida pelo Estado e decorrente disso, viveram e ainda vivem na subalternidade.


Uma das memórias que são excluídas do ensino de história é o Movimento Social Negro. O movimento social negro nas palavras de Petrônio Domingues, surgiu como uma necessidade para se pensar a situação da população negra após a abolição da escravidão. Pensando no ensino de história, onde essas memórias não são valorizadas

Para reverter esse quadro de marginalização no alvorecer da República, os libertos, ex-escravos e seus descendentes instituíram os movimentos de mobilização racial negra no Brasil, criando inicialmente dezenas de grupos (grêmios, clubes ou associações) em alguns estados da nação.

A inserção do Movimento Social Negro no ensino de história fará com que os alunos vejam que a história do Brasil foi feita por sujeitos além daqueles que o material normalmente trás, e além disso, o ensino de História e Cultura Afro – Brasileira e Africana foi uma conquista do Movimento Negro, esse conhecimento fará com que os alunos percebam como as lutas desses sujeitos foram importantes para a educação no Brasil. O movimento negro foi o principal responsável pela inserção dos problemas da população negra durante a primeira República, sendo que suas reivindicações estão presentes no âmbito da educação, então é de suma importância a inserção desse movimento na educação Brasileira.


CONCLUSÃO


Concluímos que a Primeira República do Brasil foi um momento de instabilidade política, econômica e social, foi um período do Brasil que promoveu silenciamentos, marcado pela violência. Como o projeto de nação não pretendia incluir essas populações, temos um ensino de história que nega espaços para que esses silenciamentos sejam tirados da obscuridade. Percebemos também que como José Murilo de Carvalho apresentou as desigualdades sociais foram acentuadas na primeira República, recorrente da negação de espaço e de identidades que foram promovidos. Propormos que a Pedagogia Engajada seja colocada em prática no ensino de história, como uma emergência epistemológica para que essas histórias possam ser contadas na sala de aula, de modo a criar um currículo mais inclusivo, para que o espaço escolar seja um espaço pertencimento.

 

COMO CITAR ESSE ARTIGO


ALECRIM, Vitor Alves Souza; ALMEIDA, Natália Alves; MAIA, Milena Rodrigues; NOVAES, Lorrana Barbosa; NUNES, Douglas Duarte. “A História Que A História Não Conta”: A Participação Popular Na Primeira República. In:. Revista Me Conta Essa História, a.I, n.06, jun. 2020. ISSN 2675-3340. Disponível em: < https://www.mecontaessahistoria.com.br/post/a-hist%C3%B3ria-que-a-hist%C3%B3ria-n%C3%A3o-conta-a-participa%C3%A7%C3%A3o-popular-na-primeira-rep%C3%BAblica> Acesso em:

 

REFERÊNCIAS


CHAUÍ, M. Brasil: Mito fundador e sociedade autoritária. 1ªed. São Paulo: Editora Perseu Abramo, 2005. (Coleção História do Povo Brasileiro).

FELIPE, Aparecido Delton. A Educação da população negra na formação do estado moderno Brasileiro. IN: Questões Étnico-Raciais e Linguagens. Minas Gerais. v. 7, n. 17, p. 322-342, jun. – out. 2015.

HALL, Stuart. A identidade em questão. In: A identidade Cultural na pós-modernidade. 11ª ed. Rio de Janeiro: Editora DP&A, 2006.

HOOKS, Bell. Introdução; Pedagogia engajada. In: Ensinando a Transgredir: A Educação como prática de Liberdade. São Paulo: Editora WMFMartinsFontes, 2013.

LAPLANTINE, F & TRINDADE, L. O que é Imaginário? São Paulo: Editora Brasiliense, 2000. (Coleção Primeiros Passos)

Michael Pollak. Memória, Esquecimento, Silêncio. In: Estudos Históricos. Rio de Janeiro v. 01. 2. n. l, 1989, p. 3-15.

SANTAELLA, Lúcia. O que é semiótica? 19ª Ed. São Paulo: Brasiliense, 2003.

 

[1] Possui graduação em Departamento de Sociologia pela Universidad de Buenos Aires (1965) e doutorado em Department Of Sociology pela University of California System (1978).

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